Projeto OCA
O direito a ter um espaço para morar, ter privacidade, é fundamental para o desenvolvimento para qualquer ser humano. A casa é sempre parte da cultura de um povo. A Oca, é uma a mais comum habitação indígena, principalmente entre os índios da família tupi-guarani. Consiste em uma grande cabana, feita com troncos de árvores e cobertas com palha ou tranco de palmeira.
Objetivo
O projeto visa construir casas (oca) para melhorar a qualidade de vida dos povos indígenas, trazendo segurança e conforto. Além da moradia, investir no cultivo dentro das unidades produtivas que têm o objetivo de promover a produção de alimentos saudáveis, a geração de renda e o desenvolvimento local sustentável, contribuindo para a segurança alimentar e nutricional da população e para potencializar a coletividade nas comunidades.
Comunidades
As áreas beneficiadas estão situadas no Estado Pará, possuem um bioma predominante tropical amazônico de mata firme. Sua fauna é constituída de árvores de grande porte e mata fechada.
Economicamente, a Floresta oferece muitos recursos naturais lucrativos para o Estado. No extrativismo vegetal, há o comércio da castanha-do-pará em alguns municípios paraenses.
Todavia, essas atividades econômicas tem trazido algumas consequências socioambientais para a Floresta. Queimadas, a remoção de vegetação para manejos de pastagem, disputas territoriais entre diferentes tipos de povos que vem causando mortes e a redução da fauna e flora são problemas que vem se agravando ao longo dos anos.
Os suruís-aiqueuaras ou Aikewara, também conhecidos como Aikewa, suruís do Pará, Suruís ou Sororós são um grupo indígena que habita a região sudeste do estado brasileiro do Pará, mais precisamente na Terra Indígena Sororó, situada às margens da BR-153, nos municípios de Marabá, com aproximadamente 26 mil hectares.

A Terra Indígena Mãe Maria é uma terra indígena brasileira, localizada no município de Bom Jesus do Tocantins, no estado do Pará. Regularizada e
tradicionalmente ocupada, tem uma área de 62488 hectares e uma população de 670 pessoas, do povo Gavião Parkatejê e grupos Gavião do Oeste e Gavião da Montanha.

A Terra Indígena Parakanã é uma terra indígena localizada no estado brasileiro do Pará. Regularizada e tradicionalmente ocupada, tem uma área de 351.697 hectares e uma população de 814 pessoas, do povo Parakanã. Os Parakanã são habitantes tradicionais do interflúvio Pacajá-Tocantins. Falam uma língua Tupi-guarani pertencente ao mesmo subconjunto do Tapirapé, Avá (canoeiro), Asurini e Suruí do Tocantins, Guajará e Tembé.

A Terra Indígena Kayapó é uma terra indígena localizada no estado brasileiro do Pará. Regularizada e tradicionalmente ocupada, tem uma área de 3 284 005 hectares e uma população de 4536 pessoas, do povo Kayapó. Os Kayapó vivem em aldeias dispersas ao longo do curso superior dos rios Iriri, Bacajá, Fresco e de outros afluentes do caudaloso rio Xingu, desenhando no Brasil Central um território quase tão grande quanto a Áustria. É praticamente
recoberto pela floresta equatorial, com exceção da porção oriental, preenchida por algumas áreas de cerrado.

Construção e Reforma
A quantidade de moradias e unidades produtivas dentro das comunidades indígenas são:
Moradias:
Suruí – 80 und.
Mãe Maria – 200 und.
Parakanas – 200 und.
Kaiapós – 1.000 und.
Unidades Produtivas:
Suruí – 45 und.
Mãe Maria – 70 und.
Parakanas – 93 und.
Kaiapós – 286 und.
Tipos de Unidades Produtivas
Galpão de Avicultura
Galpão de Suinocultura
Fábrica de Farinha
Fábrica de Castanha
Fábrica de Açaí
Escola
Tanques de Psicultura
Paiol
Guarita
Conclusão
A amazônia desempenha um papel fundamental no que se refere ao meio
ambiente, investir nos guardiões desta floresta que é conhecida como o “pulmão
do mundo” é garantir que a sociedade mundial possa prosperar.
A proposta visa utilizar todos os meios produtivos necessários para agricultura
sustentável, viabilizando a capacitação dos povos indígenas. Como a garantia de
recursos para que os métodos de produção agrícola sejam empregados.
Confira nossa lista de projetos



O projeto Mata em Pé fornece recuperação de áreas desmatadas, implantando o sistema agroflorestal que tem por sua característica o manejo integrado com florestas naturais, ajudando na conservação da fauna e flora.
Fornece monitoramento e vigilância da floresta amazônica, por meio de câmeras de vigilância, drones e imagens de satélite, identificando em tempo real as ações que provocam o desmatamento.
Projeto de construção de moradia digna para as comunidades indígenas da Amazônia. Consistindo na construção de grandes cabanas, feita com troncos de árvores e cobertas com palha ou tranco de palmeira.